Quando a dor vem para ficar.

Quando a dor vem, ela vem mesmo, não é?

Na verdade, quando ela aparece você meio que já sabia o que iria acontecer mas prefere deixar pra lá por mais um ou dois dias.

É assim comigo. Começo a sentir umas fadigas estranhas, então vem a eventual dor no rosto, e uma ou até duas semanas depois, a dor me toma o rosto inteiro sem pedir licença.

Não sei se você vai se reconhecer nesse post, mas comigo é assim: geralmente a dor começa com uma gengiva inflamada, e começo a sentir que mastigar coisas fica bem complicado.

Então após um ou dois dias  essa dor toma a metade da boca, e não consigo sequer escovar os dentes.

Mas às vezes, não sei se melhor ou pior, a dor fica focada apenas nas minhas glândulas salivares, provocando uma imensa dor, como se eu tivesse sido esmurrada. Meu rosto fica como se eu tivesse caxumba e é como se as glândulas tivessem vida própria.

Quando isso acontece, junto vem uma palpitação enorme no coração, muita fadiga, vontade de chorar, boca seca e olhos ressecados, a ponto de criar uma crosta durante a noite e impedir que se abram ao acordar de manhã cedo.

Para solucionar esse problema minha médica me receita sempre uma dose certa de cortizona para cada caso. E nessa última crise que tive, há menos de um mês, tive que voltar a tomar 80mg. E vou desmamando a cada cinco dias. Acontece que a cortizona me deixa extremamente ligada, e por isso acabo tendo insônia como a cereja do meu bolo.

Paciência. Temos que aprender a lidar com essas crises, e quem sabe, com sorte, conseguir identificar logo cedo antes que elas venham.

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*Consegue ver o tamanho do meu rosto?

Suco de Couve

 

 

 

Essa dica é da querida Neri Azevedo. Ela me escreveu passando uma receita caseira que o médico reumatoligista deu para ela.

Aumenta a imunidade e melhora a prisão de ventre.

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”Esse suco realmente faz efeito ele é muito eficiente. Mas ainda não me acostumei com o gosto,rs”

– Neri

 

Suco de Couve

* Folhas de Couve
* Folhas de hortelã
* Uma maçã
Bata tudo no liquidificador com 250ml de água. Tomar em Jejum.
***
A Neri me disse que o principal efeito é para o intestino preso e
as dores no estômago que tantos rémedios fazem a gente ter.
Mas também é bom para a imunidade, e desde então ela raramente fica gripada
e não tem mais traços de anemia.
Valeu pela dica Neri!

 

Dicas preciosas – Chás

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Nesse frio, parece que o corpo dói ainda mais, não é?

Para algumas de nós que já foram atacadas com artite reumatóide, fica ainda mais complicado. 
Uma dica para se manter aquecida, é tomar bebidas quentes como chás. Aliás, o chá verde, é anti-inflamatório e pode ajudar alguns dos sintomas do Sjogren.

Se você não gosta do gosto, acha amargo, ou não gosta de chá, experimente com mel, ou suco de frutas!

Dicas preciosas – Secura

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E esse inverno quente e seco que estamos passando por aqui?
Particulamente hoje, meus olhos estão realmente secos e cansados. No entanto minha oftalmologista diz que não posso usar o colírio mais de 4 vezes ao dia.
Existem algumas dicas caseiras para aliviar a secura, como:
* Aplique uma boa quantidade de batata ralada ou rodelas de pepino nos olhos fechados para ajudar na hidratação

* Sacos de chá preto tem ação antioxidante e ajudam a hidratar

* Quando muito vento ou sol, use sempre óculos escuros

E você, tem alguma dica pra gente?

Dicas Preciosas – Acupuntura

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Cura ainda não há, mas há diversas maneiras de controlar os sintomas.

Um deles é acupuntura, que te ajuda na fadiga, nas dores localizadas e na secura da boca e dos olhos.
Nessa foto sou eu em um dos meus tratamentos com a Monica Perez Acupuntura.
Rua Claudio Soares, 72 – conj. 501 – Pinheiros (próximo ao metro Faria Lima).  tel.: 3034-5632 ou 8772-8776

Dicas preciosas – Exercício

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Tratar do corpo é tão importante quanto da mente.

Praticar esportes tem me ajudado não apenas a manter a forma, mas a manter a minha saúde mental, psicológica.
Quando estou correndo consigo ter uma outra perspectiva de vida e aprendo a lidar com as minhas limitações a cada desafio.

Você sabe que não é fácil encarar os dias com tanto cansaço, intolerâncias à acidez, ao sol, à luz e sabe-se lá mais o que.
Eu corro mesmo antes de descobrir a doença, mas a corrida se tornou um deasfio pessoal quando meus médicos me disseram que eu não poderia me esforçar tanto.

Por isso eu corro para provar que eu consigo sim, que o meu psicológico é muito mais forte que qualquer limitação que o sjogren possa colocar no meu caminho.

E você, o que faz para liberar as dores?