Nalva Carneiro, 56

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Com o diagnóstico certo desde 2001, Nalva também sofre de Artrite Reumatóide –

que geralmente vem mesmo acompanhada de Sjogren –  e  às vezes é complicado
diferenciar os sintomas.
As sensações vieram aos poucos, começou com a boca ressecada e ardente, mas
nenhum médico conseguia diagnosticar sintomas tão estranhos, que vieram aos
poucos, com a boca ressecada e ardente.
Naquela  época ela ainda produzia lágrimas, e foi em um hospital público que
conseguiu descobrir o nome da doença.
Hoje, ela leva uma vida bem controlada. Não costuma falar muito sobre o assunto.
Conversa bastante com a filha Tatiana, que consegue dar o apoio que Nalva precisa.
“Quando eu estou com muita dor nas mãos, minha filha me ajuda em casa, quando não consigo por exemplo, vestir uma roupa, ela me ajuda e me dá muito apoio.
Graças a Deus”.
No geral, Nalva leva uma vida controlada. Além dos remédios, faz caminhada
regularmente e vai na acupuntura uma vez por semana. ”Mas fico muito triste com relação às lágrimas
que não tenho. E às vezes sinto muitas dores nas mãos e tenho muita ansiedade,
apesar de me tratar com psiquiatra e tomar remédio”.
A relação com os amigos e a família é boa, mas ela também não gosta de reclamar. “Costumo dizer que sou superior a dor”.
Nalva prefere não falar muito sobre o assunto com as pessoas que não sofrem da
doença. Justamente porque a maioria nunca ouviu sobre Síndrome de Sjogren, e
ficam apenas espantados pelo fato de não produzir lágrimas.
Mas a gente sabe que essa síndrome é muito mais do que isso.
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